Friday, May 9, 2008

FESTIVAL DA FÁBRICA:

Dança Contemporânea
de 01 a 24 de MAIO

 

O Festival da Fábrica faz 10 anos e comemora-os com uma programação mais alongada no tempo e mais alargada no espaço. Durante três semanas, cinco espaços da cidade vão acolher os espectáculos de dança (Teatro Helena Sá e Costa); a estreia da Produtora de Risco (Espaço Contagiarte); as performances da Mostra Show Rooms e a apresentação do Projecto SKITe/ Sweet & Tender Collaboration, que se realizará no Porto de 15 de Agosto a 20 de Setembro próximo (Espaço Maus Hábitos); o workshop de Dança Contemporânea (Espaço 555 / NEC) e a projecção de um vídeo co-produzido pelo FRAME – Festival Internacional de Vídeo-dança (Passos Manuel).
Mais uma vez, a tónica da programação vai para a apresentação de artistas nacionais e internacionais com projectos de pequena e média dimensão que têm vindo a destacar-se na cena da dança contemporânea, proporcionando, em alguns casos, a sua primeira apresentação no Porto ou no país.
Por outro lado, esta edição celebra um aumento de investimento na co-produção de projectos e nas parcerias locais, procurando dar consistência à dinâmica que se tem vindo a fomentar com a persistência de um Festival de Dança Contemporânea no Porto e que se espera manter durante mais 10 anos.
Esperamos que apreciem e agradecemos a todos os que colaboraram e acreditam neste evento.

Toda a programação em www.fabricademovimentos.pt

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Sunday, March 30, 2008

Trisha Brown Dance Company:

A dança de Trisha Brown traz a modernidade ao palco do da Fundação de Serralves, a 29 de Março. É um dos grupos mais influentes e versáteis da dança mundial e que, nos anos 60, revolucionou a forma de criar movimento em palco. Serão apresentadas cinco peças: Glacial Decoy (1979), Set and Reset (1983), Astral Convertible (1989), Foray Forêt (1990), If you couldn”t see me” (1994).

22h, 29 e 30 de Março.
Preço mínimo: 15€

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Friday, February 29, 2008

VERA MOTA:


A SALA, 29 de Fevereiro, 22h30
Rua Do Bonjardim

Esta trata-se de uma peça de dança onde a música adquire o lugar
de essencial guia e mote de toda a sua formulação, numa relação
em que é a intimidade com esta e com o espaço que a permite que
vem, a cada instante, definir a instabilidade dos corpos apresentados.
Nas palavras de Paul Valéry, «A dança é toda uma outra coisa. É sem
dúvida um sistema de actos, mas sem fim em si mesmos. Não conduz
a nada. E se persegue um qualquer objectivo, é um objectivo ideal, um
estado de inebriamento, um fantasma de flor, um momento extremo, um
sorriso que se forma finalmente no rosto de quem o solicitava ao espaço vazio.
Não se trata, pois, de efectuar uma operação finita, e cujo fim se situa
algures no meio que nos circunda; mas sim de criar, e de manter
exaltadamente, um certo estado, graças a um movimento periódico que
pode ser executado no mesmo sítio; movimento que se desinteressa quase
completamente da vista, mas que se excita e regula pelos ritmos auditivos.»
(Oxford, 1939).
Penso que é mais ou menos isto o que, com pouco mais, se está aí a fazer.

Agradecimentos: Escola Superior de Dança, Isabel Duarte, João Fiadeiro.

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