Tuesday, September 15, 2009
Thursday, July 2, 2009
“Se esta rua fosse minha…” | Concurso
31 de Julho, data limite de recepção de candidaturas
O ‘plano B ‘, associação cultural sediada na Rua Cândido dos Reis no Porto, convida pelo terceiro ano consecutivo a comunidade artística e o público em geral a apropriarem-se da Rua Cândido dos Reis, Porto, no dia 3 de Outubro.
Para isso, está a decorrer o concurso para participação no festival “Se esta rua fosse minha…”, que cruza as diversas disciplinas das artes performativas como a dança, a música, o teatro, vídeo, artes visuais, actividades para crianças, entre outras.., onde se propõe aos artistas que ocupem a rua, fachadas, varandas e montras dos edifícios e reinventem o espaço tornando-o num palco onde tudo pode acontecer.
Na selecção das obras será levada em conta a sua adequação ao espaço de actuação (neste caso a própria rua…) e privilegiaremos a criatividade da proposta e a interactividade das acções com o público.
Os processos de candidatura, para além de uma apresentação pormenorizada do projecto, devem incluir a ficha técnica do espectáculo e apresentar em detalhe o equipamento técnico necessário à sua concretização.
Os interessados deverão enviar as suas propostas até ao dia 31 de Julho, em que deverão incluir:
- Sinopse
- Características do Espectáculo
- Ficha Técnica
- Rider Técnico
- Registo Fotográfico ou Vídeo Integral (de preferência) ou Trailer
- Cachet
As propostas devem ser enviadas por e-mail para plano.b.eventos@gmail.com
Mais informações em www.festivalplanob.com
Monday, June 1, 2009
Arqº António Madureira:
O Arqº António Madureira fala sobre o mundo Leica no auditório Fernando Távora na FAUP.
Dia 1 de Junho pelas 18h.
Wednesday, May 27, 2009
Direito à Arquitectura:
“É um momento muito importante na vida dos arquitectos. É um novo ciclo que se abre”, diz João Rodeia, presidente da Ordem dos Arquitectos, declarando-se “muito satisfeito” com o desfecho do processo e, sobretudo, com o facto de a nova lei ter resultado de um acordo “inédito e histórico” com a Ordem dos Engenheiros.
Até aqui, a lei portuguesa permitia que projectos de arquitectura fossem assinados por pessoas sem formação específica na área – nomeadamente engenheiros. A nova lei “consagra a arquitectura para os arquitectos”. E vai mais além do que a revogação do 73-73, decreto maldito no mundo da arquitectura. Reconhece, por exemplo, o trabalho dos arquitectos nas áreas de urbanismo, fiscalização de obra e direcção de obra.
Vai haver ainda um período de transição de cinco anos, mas depois disso, explica Gonçalo Menéres Pimentel, assessor jurídico da Ordem, “qualquer obra, da ponte ao quiosque, tem que ter um projecto de arquitectura necessariamente subscrito por arquitectos”. As únicas excepções são a renovação de interiores em edifícios não classificados e obras “de escassa relevância urbanística”.
Cada obra deve também ter um projecto de engenharia. A fiscalização pode ser feita quer por engenheiros, quer por arquitectos, dependendo da “natureza predominante da obra”. “O que se consagrou – sublinha Menéres Pimentel – é que a actividade de projecto é multidisciplinar”.
Wednesday, May 20, 2009
Arquitectura à letra:
Fnac Santa Catarina, Quartas-feiras, 18h15
Segundo várias opiniões os arquitectos não gostam de ler.
Preferem ver. Será verdade? A história da arquitectura é assinalada por momentos literários inigualáveis. Se os Quattro Libri de Andrea Palladio são um magnífico catálogo de modelos (onde os desenhos dispensam a leitura), o tratado de Alberti é uma peça literária que ensina a construir sem gastar uma imagem. Rem Koolhaas e Aldo Rossi, cada um à sua maneira entre a Autobiografia Científica e a Nova Iorque Delirante , construíram peças literárias cuja qualidade da escrita se prolongou no alcance disciplinar e efeito cultural das propostas arquitectónicas subjacentes.
Independentemente dos gostos, que há muitos, o livro de arquitectura é um instrumento basilar da cultura contemporânea. Será para servir com mais ou com menos letras? Será necessário forçar os arquitectos a lerem livros de arquitectura? E se não lêem, como será possível editar?
A Dafne Editora organiza este ciclo de debates para procurar estabelecer um balanço possível sobre a relação entre os arquitectos e as letras que habitam os livros.
20 Maio : Escrita
Como se pode criar um argumento a partir da arquitectura?
Como é que um arquitecto se transforma em escritor?
Até que ponto essa construção de sentido pode ser partilhada?
Debate com Manuel Mendes , Pedro Bismarck , Pedro Baía .
Seguido de lançamento do livro
Biaggio Rossetti, Urbanismo renascentista de Domingos Tavares.
27 Maio : Edição
Como se desenha a forma de um livro?
Como se articulam os conteúdos que os caracterizam?
Como se constroem as ficções que os alimentam?
Debate com Rui Silva , Susana Lourenço Marques , Pedro Gadanho .
Seguido do lançamento do 1.º volume do bookazine
Beyond, Short Stories on the Post-Contemporary .
3 Junho : Uso
Como se pode ler um livro?
Que estratégias para provocar a leitura?
Porque não há crítica da literatura arquitectónica em Portugal?
Debate com Nuno Brandão Costa , Godofredo Pereira , Jorge Figueira .
Os debates, seguidos por um amável beberete aperitivo , serão
moderados por André Tavares.
Tuesday, May 12, 2009
Françoise Choay:
O CEAUCP, Centro de Estudos Arqueológicos das Universidade de Coimbra e Porto, unidade I&D Nº 281 da FCT, Fundação para a Ciência e
Tecnologia, promove uma conferência pela Profª Françoise Choay na Universidade de Coimbra, na 3ª feira, 12 de Maio, pelas 16 horas, no Anfiteatro 1 da Faculdade de Letras, com o tema : “PATRIMOINE ET MODIALISATION. QUELS COMBATS À MENER?”
Instituições e Políticas de Património Cultural
Ciclo de Sessões Abertas - CONVITE
22 de Maio - Carlos Fortuna e Paulo Peixoto - “Património e Sociedade”
29 de Maio - Vitor Mestre - “A intervenção no Património: desafios e tensões”
Wednesday, April 15, 2009
Tuesday, March 10, 2009
MayDay Porto na rua!
Quinta-feira, 12 de Março, Praça da Batalha, 17h30
Vamos percorrer Santa Catarina. Temos a voz e a música do Paulo Praça e todas as vozes que se juntem. Vamos mostrar como a precariedade nos congela a vida. Vamos contactar com as pessoas e provar que não temos vocação para o silêncio. Vamos anunciar o MAYDAY Porto 2009 – a parada dos precários que acontece pela primeira vez nesta cidade.
Às 17h30 do dia 12 de Março (Quinta-Feira), encontramo-nos em frente ao cinema Batalha. Dali, faremos o caminho das ruas.
Aparece!